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sábado, 4 de setembro de 2010

Escândalos do governo Yeda

O sargento preso hoje extorquindo em Canoas era da Casa Militar, da equipe de segurança da governo Yeda. Os superiores dele sabiam das denúncias.
Além de extorquir no esquema caça niquel disse que transferia esta dinheiro para seus chefes.
Quando o sargento soube que tinha prisão iminente foi exonerado da Casa Militar e assumiu na secretaria de segurança com FG10 de oficial.

O sargento bandido da equipe de segurança da governadora Yeda acessava informações de modo criminoso de 10 mil pessoas, inlusive o PSOL.

David Antunes de Oliveira o quarto preso no roubo de mais 10 milhões do Banrisul era operador da fraude com as agências contratadas pelo governo Yeda.
Agora preso é o principal operador do roubo do Banrisul numa ponta da operação, a dos serviços.
Na ponta da direção do roubo se sabe que estava a direção do departamento de Marketing do Banrisul. E os superiores? As investigações continuam.
O oficial que investigava os crimes do araponga da equipe de segurança da governo Yeda foi ameaçado de morte. Acerto de 100 mil para o pistoleiro.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

É com imenso orgulho que recebo o apoio de Marcelo Freixo à minha candidatura à Dep. Estadual pelo PSOL gaúcho


Pessoal, aqui o vídeo que Marcelo Freixo, Deputado Estadual do PSOL do Rio de Janeiro, declara apoio à minha candidatura a Deputado Estadual pelo PSOL gaúcho. Tenho um imenso orgulho por receber este apoio. Marcelo Freixo é um político especial. Um homem destemido na luta contra os corruptos e criminosos do colarinho branco, contra deputados e políticos vinculados com o crime organizado. Ele é candidato à reeleição e conta com o apoio de Wagner Moura, Marcelo Serrado, André Matos, André Ramiro, José Padilha, Fernanda Abreu, Ivan Lins. Todo este apoio de artistas famosos ao nome de Marcelo não é à toa. É a expressão de que uma parte de nossa intelectualidade está desperta, crítica e não aceita que as coisas continuem como estão. É expressão do apoio que recebe a luta pelos direitos humanos e civis representada por Marcelo; o apoio também ao seu combate contra a corrupção.
A relação de Marcelo Freixo com os artistas se estreitou quando o cineasta José Padilha resolveu fazer “Tropa de Elite II”. O primeiro foi um sucesso. O II será melhor ainda. Contará o desenvolvimento do Capitão Nascimento. Desta vez, o Capitão Nascimento, representado por Wagner Moura, vai dividir o papel principal com o personagem Fraga. Fraga é inspirado no próprio Marcelo Freixo, representado por Irandhir Santos.
Postagem no blog pessoal do ator diz o seguinte: “Ele e a Fátima me ajudaram muito a construir esse personagem. Mesmo antes de começar a preparação, fiz pesquisas sobre o assunto e o nome dele sempre aparecia ligado à defesa dos direitos humanos no Rio”.
Sobre o filme, Wagner Moura também comentou: "O Nascimento passa por um processo de amadurecimento, que tem a ver com o conceito de consciência e com a idade dele". Marcelo Freixo com sua luta cumpriu um papel real neste processo, papel reconhecido pelo próprio inspirador do Capitão Nascimento, o Rodrigo Pimental (que veio a Porto Alegre em 2008 nos dar a honra de apoiar a Luciana Genro para a prefeitura). Infelizmente, a estréia do filme será mais ou menos dez dias depois das eleições. Se fosse antes a votação de Marcelo Freixo iria mais do que dobrar. Por isso temos tanto orgulho, eu e Luciana Genro de apoiá-lo e de receber seu apoio.
Abaixo os vídeos dos artistas que declaram apoio à Freixo:

- Wagner Moura
- Marcelo Serrado
- Fernanda Abreu
- André Ramiro
- Maria Ribeiro
- Marcelo Yuka
- Ivan Lins
- José Padilha

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Assembleia exige destituição da diretoria do DCE UFRGS

A atual gestão do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), DCE Livre, obteve na noite de quarta, dia 23, um duro revés. Em Assembleia Geral, convocada por 1,4 mil estudantes de graduação, os cerca de 150 estudantes presentes aprovaram por unanimidade a destituição da atual diretoria.

O primeiro ponto de pauta foi a apresentação do relatório elaborado pela Comissão Estudantil de Investigação (CEI). Formada por 19 Centros e Diretórios Acadêmicos, durante três semanas procedeu as investigações que se dividiram entre depoimentos e análise de documentos. A CEI foi criada para averiguar as denúncias de Régis Coimbra, advogado da gestão DCE Livre, de apropriação indébita por parte do Presidente Renan Pretto e pelo Diretor de Relações Institucionais Marcel Van Hatten.Dinheiro desviado era para caixa dois de campanha

Apesar da diretoria do DCE ter se negado a depor e ter ameaçado de processo judicial os Centros e Diretórios Acadêmicos envolvidos na investigação, tornaram as provas apresentadas por Coimbra válidas. Um processo paralelo foi aberto na Comissão de Ética da Ordem dos Advogados do Brasil, pelo DCE contra Coimbra. Neste processo Pretto apresentou diversas trocas de e-mail internos, exatamente as mesmas que o advogado havia apresentado à CEI. Estes e-mails, segundo a CEI, detalham o esquema de desvio de dinheiro realizado por Pretto e van Hatten. Os R$ 5 mil desviados foram para pagamento de contas da campanha ao DCE em 2009. Este fato ainda fere o Regimento Eleitoral que previa gastos de até R$ 2,6 mil.
Além da comprovação das denúncias que a originou, a CEI descobriu uma série de outras irregularidades e mau uso do dinheiro da entidade. O contador contratado era pai de um dos diretores, assim como a namorada de outra foi funcionária remunerada da gestão. A prática de nepotismo, entretanto, ficou em segundo plano quando se apresentou os R$ 7,5 mil com um plano de comunicação que foi ignorado pela gestão. Este valor corresponde a 20 meses de trabalho de um bolsista de assistência estudantil da UFRGS.

Estatuto da entidade foi ignorado

Diretores e colaboradores da gestão tiveram “serviços voluntários” remunerados, conforme prestação de contas parcial anexado ao relatório da Comissão. O Estatuto do DCE proíbe a remuneração da diretoria executiva e colaboradores.
A atual gestão também contraiu dívidas de ordem superior a duas mil UFIRs – a extinta Unidade Fiscal de Referência, utilizada pelo Estatuto aprovado no ano 2000 – o que não é permitido sem aprovação do Conselho das Entidades de Base, o fórum dos Centros e Diretórios acadêmicos.

Notas fantasmas e gasto com achocolatado

Um dos gastos mais surpreendentes foi um almoço numa churrascaria em um domingo. Entretanto, as investigações apontaram que o referido restaurante não abre aos domingos. Além de almoços e jantares, vários lanches foram realizados com o dinheiro da entidade, inclusive o tradicional achocolatado infantil Toddynho.

O uso para fins pessoais se estendeu a uma vaga de estacionamento mensal paga diretores do DCE.

Os apontamentos da Assembleia

O relatório da Comissão, aprovado pela Assembleia, apontou a imediata destituição de Renan Pretto e Marcel van Hatten por apropriação indébita. Os Vice-presidentes Claudia Thompson e João Leonardo Fracassi, bem como George Silvestre, Diretor de Planejamento, por acobertamento da ação. Os dois tesoureiros Tiago Bonetti e Alencar Volpatto por irresponsabilidade administrativa. Volpatto apresentou sua renúncia dia 22 de junho, dizendo não ter assumido o cargo e não ter qualquer responsabilidade sobre as ações da gestão. O resultado das investigações será levado ao Ministério Público Federal e Estadual.

Para que a destituição seja efetivada é necessário que 50% mais um dos votantes da última eleição tomem esta decisão. Isso representa cerca de 2,4 mil estudantes. Nova Assembleia está marcada para 1º de setembro, seguida de plebiscito no dia seguinte, com urna em todos os campi da UFRGS, para que os estudantes decidam em última instância pela destituição da diretoria executiva.

Fonte: fernandapsol.com.br

sábado, 19 de junho de 2010

Que vice

Comentário inevitável: Berfran Rosado, o escolhido para vice de Yeda Crusius, o mais corrupto governo da história do Rio Grande, é o mesmo que foi o vice de Manuela do PC do B na chapa para prefeitura. É mole?

segunda-feira, 31 de maio de 2010

DCE da Ufrgs será investigado por corrupção

Nesta segunda-feira, 31, acontece a primeira reunião da Comissão Estudantil de Investigação na Ufrgs. Composta por 21 centros e diretórios acadêmicos, a CEI terá como missão passar um pente fino na gestão do Diretório Central dos Estudantes, inundada por graves denúncias de corrupção. Marcel Van Hattem, diretor de Relações Institucionais da entidade e um dos principais denunciados, licenciou-se do cargo na sexta-feira, 28, para concorrer a deputado estadual pelo PP.

A noite da quinta-feira, 27, já está gravada na história da universidade. Representando mais de 20 mil estudantes, 29 CAs e DAs estiveram reunidos, na Faculdade de Economia, para ouvir as denúncias de corrupção contra a gestão do DCE realizada pelo ex-advogado da própria gestão Régis Antonio Coimbra.

Eram quase 19h quando começou o depoimento do advogado relatando a apropriação indébita de recursos financeiros pelo presidente Renan Arthur Pretto, estudante de Administração. Explicou em pormenores o desenrolar de uma série de conflitos internos que se sucederam após, segundo ele, Pretto, a mando de Van Hattem, retirar R$ 5 mil do caixa do DCE. Trouxe à tona as ameaças sofridas pela vice-presidente Claudia Thompson e pelo tesoureiro Tiago Bonetti. Os atos de coação teriam sido, de acordo com suas palavras, realizadas por Van Hattem. Por fim, alegou que esses fatos devem levar à destituição da diretoria-executiva.

A defesa do jovem Pretto não convenceu os demais representantes estudantis. O presidente do DCE alegou “inexperiência administrativa” quando “sacou o dinheiro do cofre da entidade”, por conta própria, “para pagar um fornecedor”. Porém, esse saque não foi registrado e a nota fiscal que comprova o pagamento, segundo Pretto, foi trazida à prestação de contas dias depois. Assim, assumiu ter ficado com dinheiro da gestão sob seu domínio, sem registro no livro-caixa. A atual gestão se elegeu sobre três princípios: apartidarismo, transparência de gestão e defesa da excelência acadêmica. A CEI apresentará ao final da sua primeira reunião ordinária seu calendário de trabalho e a data da entrega do relatório final.

Fonte: Rodolfo Mohr, no blog Todas as Vozes

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Collor governador com o apoio do PT e do PC do B

É isso mesmo. Até agora o candidato da frente apoiado por Dilma e Lula era Ronaldo Lessa, do PDT. Collor, senador pelo PTB de Alagoas, está nesta aliança e apoia Lessa. Como se sabe, Collor é hoje da base de apoio do presidente Lula. Quem não se lembra que Renan Calheiros, líder do corrupto governo Collor de 1990-92, foi defendido com unhas e dentes pelo PT e por Lula quando foi acusado por irrefutáveis denúncias de corrupção? Mas voltemos ao que impressiona e para a novidade do dia: Collor quer ser candidato a governador de Alagoas pela aliança PTB/PDT, PP, PT e PC do B. Mário Agra, presidente do PSOL de Alagoas me deu esta notícia hoje à tarde. Brinquei com meu amigo que deste jeito ele terá os votos de todos os progressistas, democratas e socialistas do Estado. Afinal Collor já é demais. Mas,terá o apoio do PT e de Lula. A notícia abaixo confirma o que Mário Agra me adiantou por telefone. Não sei se no final Collor realmente vai insistir na empreitada porque talvez Lula, Dilma ou seus assessores tratem de atuar para evitar este fato que desmascara a política oportunista e reacionária que o PT desenvolve ao bancar alianças com as oligarquias corruptas. Neste caso com a dupla Collor/Renan. Segue abaixo a reportagem.

Direto de Alagoas

O senador Fernando Collor (PTB-AL) quer ser outra vez governador em Alagoas. Os aliados do ex-presidente vão na próxima terça-feira (4) a Brasília se encontrar com o ministro do Trabalho, Carlos Lupi- também presidente nacional do PDT -, para tentar convencê-lo a fazer com que o pedetista Ronaldo Lessa desista de disputar a eleição para o governo do Estado. Lessa é o atual pré-candidato apoiado pelo presidente Lula.

Pelas pesquisas de intenção de votos, Lessa aparece na primeira colocação entre a preferência do eleitorado. O atual governador, Teotônio Vilela Filho, é candidato à reeleição no Estado. Nessa pretensão de concorrer em Alagoas, Collor tem o apoio do líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros.

A reunião em Brasília na terça-feira entre Lupi e Collor foi confirmada pelo deputado federal Augusto Farias (PTB-AL), da Executiva Estadual da legenda, e pelo próprio Lessa. Ambos afirmaram que Collor pretende ser candidato.

Lessa disse conhecer a estratégia de Collor, mas avisou: não desiste da disputa. "Pode vir o João, o Manoel, o Fernando, o Benedito. Sou candidato ao Governo, com o apoio do presidente Lula e da ministra Dilma", afirmou. Hoje, Collor integra a mesma base política de Lessa.

A se confirmar a pré-candidatura do ex-presidente, Dilma corre o risco de, sem a desistência de Lessa, ter um palanque duplo no Estado, além de ser obrigada a apaziguar um racha na base de sustentação da candidatura da petista ao cargo máximo do Executivo nacional. Uma eventual desistência de Lessa e o consequente lançamento de seu nome para uma vaga no Legislativo federal deverá passar pelo crivo do ministro Lupi.

Políticos ligados a Collor têm esperanças de que ele venha a conseguir um sinal verde do Palácio do Planalto. O PT de Alagoas, porém, é radicalmente contra esse desejo: não quer Collor no palanque de Dilma. "O palanque de Dilma Rousseff em Alagoas, com o apoio do presidente Lula, é o de Ronaldo Lessa", disse o presidente estadual do PT, Joaquim Brito. "Tivemos um congresso em abril e foi unânime: não apoiaremos Collor sob nenhuma hipótese a nada", acrescentou o petista. Se a proposta for levada adiante, o pedetista já admite enfrentar Collor nas urnas.

Em janeiro, uma reunião entre o presidente Lula e o ex-governador retirou Lessa da disputa ao Senado, deixando o caminho livre para a reeleição do senador Renan Calheiros (PMDB-AL), líder do partido no Senado. "O que o Fernando deseja é que o Lupi nos ajude a fazer uma possível retirada do Ronaldo da disputa ao Governo. Temos pesquisas internas que mostram uma demanda eleitoral maior em favor do Collor", explicou Augusto Farias. Augusto não divulgou números nem o instituto que realizou as tais pesquisas.

A decisão de Collor de buscar a candidatura é justificada pela movimentação dos tucanos no Estado. Nesta quinta-feira (29), o PP, que integrava o "chapão" alagoano - com Collor, Renan e Lessa -, decidiu se aliar à reeleição do governador Teotonio Vilela Filho (PSDB). O presidente estadual do PP, o deputado federal Benedito de Lira, disse apoiar Vilela, embora pretenda votar em Dilma. "Meu compromisso é com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma. Em Alagoas, com Teotônio Vilela Filho", disse Lira.

Além disso, depois do impeachment em 1992, Collor e Lessa disputaram duas eleições, sempre em lados rivais: em 2002, Lessa tentava a reeleição e Collor a vaga ao Governo. A vitória foi de Lessa. Em 2006, os dois voltaram a se enfrentar: Collor lançou-se a disputa ao Senado 28 dias antes da eleição e ganhou de Lessa.

Hoje, os dois estavam do mesmo lado. "Há dificuldades, tínhamos divergências e diferenças na política. O que une os projetos com Renan e Collor é a unificação das oposições contra o atual governo do Estado, que é reprovado pela população", explicou Lessa. "Não me surpreende ele querer ser candidato ao governo. Mas, não desisto da disputa", avisou Lessa.


(Colaborou a repórter Laryssa Borges, de Brasília)